domingo, 5 de setembro de 2010

Dia 6 - Catarina e Pedro

Nesta altura o nosso grupo somos nós os quatro. Também já não temos o Osama e as suas excursões a perfumarias e lojas de alabrastro. O dia era completamente nosso e pudémos fazer o que bem nos apetecesse. Fizemos umas pesquisas para ver que visitas podiamos fazer por nossa conta e, honestamente, não podíamos ter escolhido melhor. Ilha de Philae, uma pequena ilha perdida no Nilo, com encanto indescitível.
Apanhámos um táxi, depois de bem negociado, e fomos em direcção ao porto, onde apanhámos um pequeno barco para a ilha. A sua beleza emerge à medida que nos aproximamos, um Templo meio escondido entre a vegetação, espelhado nas águas calmas do Nilo.








Quando chegámos, uma simpática família Nigeriana, que tinha como hobbie a egiptologia, "acolheu-nos" e partilhou o seu guia connosco. Muito melhor que o Osama!!!
A Ilha de Philae foi um centro de peregrinação até meados da era cristã.
Entrámos pelo Pavilhão de Nectanebo II, pátio que nos levou até ao Templo de Ísis, cuja construção começou no período Ptolomaico.
A Oest encontrámos a porta de Adriano, onde estão inscritos os últimos hieróglifos do Egito.
Neste complexo, existem ainda o pequeno Templo de Hátor e o Pavilhão de Trajano.



Um dia perfeito tem de terminar de forma perfeita e foi isso mesmo que aconteceu. À noite tivémos a melhor notícia que podiamos desejar naquele momento, no final do cruzeiro vamos partir juntos para Hurgahda, onde ficaremos no mesmo hotel!!! Que prazer continuar a partilhar a viagem com estas pessoas que, nesta altura, já as temos como bons amigos. A noite mereceu cerveja e uma animada conversa na cobertura do barco. Já me doiam os abdominais de tanto rir. Sem entrar em pormenores, Irene e Martí, temos que encontrar aquele bar em Madrid! 

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