Aproveitei para tirar umas fotografias ao Orquestra e ao Nilo.
Ao final da tarde, as cores do Nilo são quentes e despertam uma certa nostalgia. Apesar de estar ansiosa para conhecer o Mar Vermelho, pensar que este é o meu último pôr-do-sol do Nilo faz-me sentir que terei muitas saudades dele em breve. O melhor a fazer é desfrutá-lo enquanto posso.
À noite houve uma festa no bar com dois dançarinos. A primeira, uma dançarina do ventre que, por acaso, não era muito atraente, começou a chamar os turistas para a pista de dança, eu e a Irene fizemo-nos de desentendidas. Outras pessoas acederam e, no final, houve quase uma batalha de dança entre a bailarina e uma turista. A julgar pela forma como a dançarina saiu da sala - a correr e a chorar - julgo poder dizer que a segunda ganhou. Falamos com ela mais tarde, tratava-se de uma espanhola que vivia em Lisboa e nunca tinha dançado. De facto, a outra não era grande profisional.
Depois desta cena um pouco triste seguiu-se um bailarino de Tarouna, dança folclórica egípcia. É estonteante. Fica aqui uma amostra dessa dança.


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